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Módulo 5 – Viver e dar continuidade à vida

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Visualizando 15 posts - 1 até 15 (de 18 do total)
  • Autor
    Posts
  • #2390
    Claudia Vassão
    • Moderador
    @claudia
    Ponto(s): 136 pontos

    O que você aprendeu sobre relacionamento de casal? Quais suas dúvidas?
    participe!

    0
    #2407
    Elizângela dos Santos Schmoeller
    • Participante
    @elizangela-dos-santos-schmoeller
    Ponto(s): 88 pontos

    Esse é um tema pelo qual tenho particular interesse. Estou em segundas núpcias há 12 anos e depois de muito tentar e várias lágrimas, choros, alfinetadas recebidas e sapos engolidos, eu cortei a sogra da minha vida. Quando eu frequentava a casa dela, no início do meu relacionamento,ela colocava fotos da ex do meu marido no porta-retrato digital, mandava quitutes por meio do meu enteado para ela na minha frente, tocava no nome dela, defendia. Recebeu ela (ex) e o novo esposo dela na própria casa, na ausência do filho. Entre várias palavras e atitudes dissimuladas e até maliciosas para fazer me sentir mal. O mais difícil é que há uma lealdade filial nisso tudo, a qual não permite contestação ao modo de agir da pessoa ou mesmo admissão dos erros da pessoa. Deixam-na com a razão. O meu marido é extremamente leal e os outros filhos também são. Tudo isso foi levando o relacionamento ao limite até que ela foi na minha casa e teceu críticas diretas a mim e depois reclamou ao meu esposo sem a minha presença e sem me dar o direito de defesa. Graças a Deus não temos filhos. Já pensei várias vezes em terminar o nosso relacionamento por interferência direta ou indireta dela e pelas sugestões que ela buzina no ouvido do meu esposo. Nosso casamento foi e voltou várias vezes da berlinda. No momento, não pergunto nem como ela está. A verdade é que não quero saber ou tentar de novo.

    0
    #2422
    Angela Klein
    • Participante
    @angela-klein
    Ponto(s): 68 pontos

    Este tema é bastante atrativo e procurado, muito esclarecedora as aulas. Consegui compreender as dinâmicas nos relacionamentos.

    Aqui quero trazer minha vulnerabilidade, na minha vida particular como casal simbiótico (que eu pude identificar), é o desafio que vivencio. Meu cônjuge não vê necessidade de evolução e quanto mais eu mudo (busco ajuda através de orientação e formações), mais distantes ficamos.

    Sempre tive o impulso de buscar “trazê-lo” comigo, porém com o passar dos anos percebi que talvez ele não queira fazer mudanças (buscar ajuda), comecei a respeitá-lo, isto trouxe uma sensação de paz, porém percebemos o distanciamento crescendo.

    Penso que o distanciamento pode resultar em ambos começarem novos processos sozinhos, ou este distanciamento pode se tornar um estímulo (inspiração) para ambos se encontrarem novamente. Quais percepções posso ter da visão da constelação, com este breve relato?

    0
    #2425
    Renata Ayra
    • Mestre
    @renata
    Ponto(s): 214 pontos

    Esse é um tema pelo qual tenho particular interesse. Estou em segundas núpcias há 12 anos e depois de muito tentar e várias lágrimas, choros, alfinetadas recebidas e sapos engolidos, eu cortei a sogra da minha vida. Quando eu frequentava a casa dela, no início do meu relacionamento,ela colocava fotos da ex do meu marido no porta-retrato digital, mandava quitutes por meio do meu enteado para ela na minha frente, tocava no nome dela, defendia. Recebeu ela (ex) e o novo esposo dela na própria casa, na ausência do filho. Entre várias palavras e atitudes dissimuladas e até maliciosas para fazer me sentir mal. O mais difícil é que há uma lealdade filial nisso tudo, a qual não permite contestação ao modo de agir da pessoa ou mesmo admissão dos erros da pessoa. Deixam-na com a razão. O meu marido é extremamente leal e os outros filhos também são. Tudo isso foi levando o relacionamento ao limite até que ela foi na minha casa e teceu críticas diretas a mim e depois reclamou ao meu esposo sem a minha presença e sem me dar o direito de defesa. Graças a Deus não temos filhos. Já pensei várias vezes em terminar o nosso relacionamento por interferência direta ou indireta dela e pelas sugestões que ela buzina no ouvido do meu esposo. Nosso casamento foi e voltou várias vezes da berlinda. No momento, não pergunto nem como ela está. A verdade é que não quero saber ou tentar de novo.

    Olá, Elizangela!
    Eu entendo como é desafiador viver desarmonias com os pais do nosso cônjuge. Eu gosto muito do trabalho da Glaucia Paiva com a Justa Razão (inclusive indico a leitura do livro dela Olhe e veja além: A força da Justa Razão ), e acredito que pode ser uma boa opção para aplicar nesta situação que você trouxe aqui para o fórum. A justa razão é aquilo que está por traz de um sintoma, um conflito, uma situação, um comportamento. Então, quem sabe você se dissociar um pouco da situação e perguntar: a serviço de que está esta sogra no sistema?
    Ela só se comporta desta forma com você, ou mais alguém do sistema do seu marido?

    • Esta resposta foi modificada 7 mêses atrás por Renata Ayra.
    • Esta resposta foi modificada 7 mêses atrás por Renata Ayra.
    0
    #2451
    Claudia Vassão
    • Moderador
    • Moderador
    @claudia
    Ponto(s): 136 pontos

    Este tema é bastante atrativo e procurado, muito esclarecedora as aulas. Consegui compreender as dinâmicas nos relacionamentos.

    Aqui quero trazer minha vulnerabilidade, na minha vida particular como casal simbiótico (que eu pude identificar), é o desafio que vivencio. Meu cônjuge não vê necessidade de evolução e quanto mais eu mudo (busco ajuda através de orientação e formações), mais distantes ficamos.

    Sempre tive o impulso de buscar “trazê-lo” comigo, porém com o passar dos anos percebi que talvez ele não queira fazer mudanças (buscar ajuda), comecei a respeitá-lo, isto trouxe uma sensação de paz, porém percebemos o distanciamento crescendo.

    Penso que o distanciamento pode resultar em ambos começarem novos processos sozinhos, ou este distanciamento pode se tornar um estímulo (inspiração) para ambos se encontrarem novamente. Quais percepções posso ter da visão da constelação, com este breve relato?

    Angela

    Obrigada por compartilhar com todos e ter a coragem de mostrar sua vulnerabilidade. Para mim, só quem reconhece a própria vulnerabilidade encontra sua força!

    A dinâmica que você identificou em seu relacionamento é extremamente comum. Pode parecer que o futuro do casal não seja muito promissor  ao ler sobre esse tema sob o olhar das Constelações Familiares, porém temos que ver justamente o contrário: ter a consciência de que é assim nos abre a oportunidade de corrigir a rota! Eu trabalho muito com casais e o que eu aprendi com esses atendimentos é que o casal que se ama tem energia para mudar esses padrões simbiótico, se reinventar, cada um descobrindo sua força, e, assim, seguirem juntos e com uma vinculação sadia.

    Não desista de buscar esse caminho para um vínculo mais forte e amoroso com seu par!

    +1
    #2519
    Maria Lúcia MARTINS
    • Participante
    @maria-lucia
    Ponto(s): 91 pontos

    Sobre a reflexão a partir do texto de Osho:

    A entrega que Osho fala, para mim, é priorizar o amor em suas inúmeras facetas, seja se realizando também com a alegria/felicidade/liberdade/individualidade do parceiro seja com a leveza de não precisar controlar ou ser controlado, é a entrega ao amor pleno. Não se relacionar é não se entregar ao peso do Nós gerando o abandono do Eu e criando nós que nos distanciam da coexistência. Entregar-se ao amor é deixar fluir, sem tornar-se dominador ou dominado, é manter a sua identidade íntegra e permitir que o outro o faça em igual proporção. É dar espaço ao amor sublime, sem qualquer limitação gerada pela entrega ao relacionamento.

    +2
    #2522
    Sílvia Andréia Giuliani
    • Participante
    @silvia-andreia-giuliani
    Ponto(s): 77 pontos

    O leque de possibilidades, sentimentos, emoções, vivencias, observações que se abre na abordagem deste tema é amplo. Na leitura do material e videoaulas consegui olhar para quase tudo (há coisas que não estou pronta) que já vivi e percebo o quanto tenho a evoluir, a melhorar. Vivencio há nove anos a segunda conjugalidade e pensava estar segura, tranquila na posição que me encontro, mas compreendi que não é bem assim. Por exemplo, no texto do Osho percebi que nunca havia pensado de fato sobre a entrega da forma como ele apresenta e senti dificuldade em acolhê-la.

    Seguindo fui percebendo que a medida que o assunto relacionamento era tratado, letras luminosas surgiam em minha mente, com pequenas frases: “não construa muros”, “deixe fluir tudo o que o amor tem a oferecer”, “teias, condições, suposições e perspectivas irreais são desnecessárias”, etc. Isso tudo continua reverberando no meu cotidiano e de forma gradativa estou conseguindo acolher com mais tranquilidade e amor, mas as inquietações ainda estão presentes.

    +1
    #2528
    Gabriela Bartolamey Azzolini
    • Participante
    @gabriela-bartolamey-azzolini
    Ponto(s): 39 pontos

    Com o texto do Osho e também os vídeos sobre relacionamento amoroso o meu maior insight e percepção foi a importância de respeitarmos a individualidade de cada um dentro do relacionamento. Isso significa respeitar a pessoa por completo: sua família de origem, seus gostos, vontades, desejos, ideais e tudo que um ser humano engloba. E também se permitir ser respeitado. O casal é formado por pessoas duas pessoas que viviam separadas antes de se encontrar, ou seja, elas não precisam se transformar em uma só durante o relacionamento. Acredito que já fiz isso, esquecer minha vida e viver a do outro e olhar pra isso com amorosidade foi importante( claro que é só o começo, mas já é um grande passo). Pra mim, esta entrega que o Osho fala é também este respeito pelo outro e por você mesma.

    +1
    #2529
    Renata Ayra
    • Mestre
    @renata
    Ponto(s): 214 pontos

    Em resposta a:
    Silvia Andréia

    O leque de possibilidades, sentimentos, emoções, vivencias, observações que se abre na abordagem deste tema é amplo. Na leitura do material e videoaulas consegui olhar para quase tudo (há coisas que não estou pronta) que já vivi e percebo o quanto tenho a evoluir, a melhorar. Vivencio há nove anos a segunda conjugalidade e pensava estar segura, tranquila na posição que me encontro, mas compreendi que não é bem assim. Por exemplo, no texto do Osho percebi que nunca havia pensado de fato sobre a entrega da forma como ele apresenta e senti dificuldade em acolhê-la. Seguindo fui percebendo que a medida que o assunto relacionamento era tratado, letras luminosas surgiam em minha mente, com pequenas frases: “não construa muros”, “deixe fluir tudo o que o amor tem a oferecer”, “teias, condições, suposições e perspectivas irreais são desnecessárias”, etc. Isso tudo continua reverberando no meu cotidiano e de forma gradativa estou conseguindo acolher com mais tranquilidade e amor, mas as inquietações ainda estão presentes.
    ________________

    Ao se abrir a uma nova maneira de olhar para alguns temas, aquilo que já estava estabelecido como conhecimento é desalojado dentro de nós, então acredito que precisamos mesmo de um tempo para “decantar” as novas informações, os novos entendimentos e assim integrar o novo quando decidimos que o que faz sentido para nós em cada etapa da vida.
    Gratidão por compartilhar.

    • Esta resposta foi modificada 7 mêses atrás por Renata Ayra.
    • Esta resposta foi modificada 7 mêses atrás por Renata Ayra.
    +1
    #2532
    Maria Lúcia MARTINS
    • Participante
    @maria-lucia
    Ponto(s): 91 pontos

    Com esse quinto módulo eu não passei por um aparelho de raios X futurístico como mencionado no e-book, mas fiz um passeio pela minha vida amorosa a partir da visão sistêmica e percebi que crenças familiares/relacionamento de marido e esposa de meus pais/carga/roteiros de vida me influenciaram.

    Possivelmente possa ter sido essa a razão de eu ter traído a ideia inicial (script) de me manter solteira e ser independente emocional e financeiramente. Talvez por isso eu nunca tenha me sentido pertencente ao lugar de esposa e mãe, era como se eu estivesse representando um papel, passei uma vida sendo uma personagem e sem estar confortável com a realidade, nada me satisfazia. Eu sentia como se houvesse me perdido de mim em algum momento e assim permaneci por muito tempo, apenas cumprindo o contrato que o casamento havia me obrigado, de repente obedecendo alguma fidelidade sistêmica…

    Não somos tão livres, é fato! Algo me conduziu ao primeiro casamento, mesmo eu tendo aversão ao instituto e ter a certeza que jamais me casaria. Eu me traí aos 19 anos e segui outro caminho antes mesmo de entrar na faculdade (Pelo Universo!!!! Kkkk). Eu não havia sequer me assumido, então o parceiro se manteria em stand by. Que consciência eu tinha dessa realidade? Absolutamente nenhuma!

    Cotas à parte, hoje percebo a existência de travas que podem ter influenciado decisões inconscientes, sejam elas oriundas da minha criança interna mto ferida, do não “tomar” meus pais até então, por não ter finalizado adequadamente relacionamento anterior, por não concordar com a família do meu primeiro marido como ela era e segue o leque de possibilidades.

    A dinâmica presente no meu primeiro casamento foi a do casal simbiótico, pois houve sim uma nutrição mútua, o que nos manteve unidos por quase 18 anos num relacionamento há muito acompanhado pelo terceiro elemento, o álcool. Outra identificação encontrada se refere a vinculação pela sexualidade, visto ter a união sexual formado vínculo especial, gerando 2 frutos já aos 2 anos e 50 dias das primeiras núpcias, criando um vínculo indissolúvel.

    O amor pode dar certo? Ao romper minha primeira experiência conjugal acreditava nessa possibilidade, porém ao iniciar outro relacionamento as cotas não eram semelhantes e a outra parte não respeitou minha história anterior, eu encontrei dificuldade em ter bom convívio com a nova sogra (o que não habia ocorrido anteriormente) e outros detalhes, gerando desordens tais quais cita o material disponibilizado.  Além de que eu já me encontrava em outro “estágio sistêmico”, relacionando-me no segundo matrimônio com um filho de Vó igualzinho a mim, cuja criança interna ferida se manifesta com frequência, peculiaridade que me rendeu grande sofrimento, mas reconheço que crescimento também. Da nova tentativa de fazer o amor dar certo resultou outro vínculo indissolúvel e sigo Mãe pela terceira vez, agora já mais confortável no lugar.

    Destarte, o que eu aprendi sobre relacionamento de casal? Aprendi que nada é aleatório, ainda que pareça. Há muito mais do que conseguimos enxergar, há todo um universo sistêmico por trás dos relacionamentos.

     

     

    +2
    #2552
    Marlu Simis
    • Participante
    @marlusimis
    Ponto(s): 64 pontos

    tema relacionamento é bem extenso e polemico… fui casada durante 20 anos e há 7 estou separada e até o momento não tive outro grande relacionamento. Claro que cometi erros, assim como o ex, e hoje sei exatamente o que deu errado. Filhos dele e meu, falta de diálogo, eu assumia um papel de salvadora, ou seja, bancava financeiramente quase tudo e pequenos detalhes que acabaram minando nossa convivência.  O amor pode dar certo? sim, penso que sim, também penso que só o amor não basta para um relacionamento feliz.. Mesmo amando, muitas vezes senti vontade de me separar, de mudar de vida. E tivemos muitas vezes acertos, mas sem cumpri-los. .Qdo me separei nós nos amávamos ainda, mas tínhamos a consciência de que o viver juntos não seria mais possível, até tentamos, porem sem sucesso.  Como não existe uma fórmula mágica, acredito muito que a consciencia  é o grande foco: ter consciencia da sua bagagem e do companheiro e aceita-las e honra-las.

     

    +1
    #2558
    Renata Ayra
    • Mestre
    @renata
    Ponto(s): 214 pontos

    Gratidão, Maria Lúcia pela partilha.
    Ao nos abrirmos a novas possibilidades, a novos olhares para a nossa história vamos assumindo as Forças do Amor que nos ajudam a viver uma vida mais harmônica e mais feliz efetivamente. Sim a vida como ela é!

    +1
    #2559
    Renata Ayra
    • Mestre
    @renata
    Ponto(s): 214 pontos

    Respondendo Marlu Simis
    “tema relacionamento é bem extenso e polemico… fui casada durante 20 anos e há 7 estou separada e até o momento não tive outro grande relacionamento. Claro que cometi erros, assim como o ex, e hoje sei exatamente o que deu errado. Filhos dele e meu, falta de diálogo, eu assumia um papel de salvadora, ou seja, bancava financeiramente quase tudo e pequenos detalhes que acabaram minando nossa convivência. O amor pode dar certo? sim, penso que sim, também penso que só o amor não basta para um relacionamento feliz.. Mesmo amando, muitas vezes senti vontade de me separar, de mudar de vida. E tivemos muitas vezes acertos, mas sem cumpri-los. .Qdo me separei nós nos amávamos ainda, mas tínhamos a consciência de que o viver juntos não seria mais possível, até tentamos, porem sem sucesso. Como não existe uma fórmula mágica, acredito muito que a consciencia é o grande foco: ter consciencia da sua bagagem e do companheiro e aceita-las e honra-las.”

    ____________________________________________________________________________________

    Também sinto assim, Marlu. Acredito que o tema Relacionamento é assim extenso e talvez em alguns pontos polêmico porque ele carrega em si todas as “facetas” das leis sistêmicas. É quando conseguimos ver e experimentar na prática, em todos os níveis do nosso ser, essas “Ordens do amor” que nos trouxe Bert Hellinger.

    E sim, também acredito que a consciência é um dos primeiros passos para que possamos viver melhor nossos relacionamentos, pois a partir dela alcançamos novos níveis de livre arbítrio para podermos então agir na presença e nos liberar para o fluxo na vida.
    Gratidão pela partilha e por participar aqui nos fóruns!

    +1
    #2595
    Elizângela dos Santos Schmoeller
    • Participante
    @elizangela-dos-santos-schmoeller
    Ponto(s): 88 pontos

    O que sinto é que por meio das constelações familiares, os vídeos, leituras e webinários, todas as minhas dinâmicas foram movimentadas de uma forma a dar um novo olhar para todos os meus relacionamentos inter e intrapessoais, mas antes de olhar para os relacionamentos, principalmente sinto que há um grande olhar para o meu interno, para as minhas ações, responsabilidades, o que do outro é reflexo do meu proceder e o que é somente dele. Também tenho procurado desenvolver um maior cuidado com as palavras, sem cometer nenhum “sincericídio”. Dizer que é realmente preciso dizer, de maneira genuína, mas com leveza e amor. Principalmente entendendo que essa é a parte que me cabe, isso é o que dou conta. Um comprometimento consciente de dedicar um olhar mais compassivo e amoroso à vida.

    +1
    #2596
    Elizângela dos Santos Schmoeller
    • Participante
    @elizangela-dos-santos-schmoeller
    Ponto(s): 88 pontos

    Eis aqui a oração de um canal que eu acompanho no youtube e que tem me auxiliado muito com meditação e prática de yoga. Peço licença para compartilhar, se alguém tiver interesse em escutar.

    https://www.youtube.com/watch?v=HZ-b_OuPM88 – Oração da Cocriação.

     

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