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A força das influências parentais

Quando cada um de nós era criança, enfrentávamos desafios assustadores, dos quais o menos importante era dar sentido à vida e ao nosso lugar nela. Se tivemos muita sorte, crescemos em um lar intacto, cercado por pessoas amorosas com bons limites. Nesse cenário, a afeição estava disponível, se não abundante. A segurança material também é importante e os afortunados entre nós cresceram sem o sentimento de escassez. Com menos sorte, crescemos cercados por pessoas e eventos que nos assustaram e até nos causaram danos, física ou emocionalmente. A escassez, emocional ou material, era na verdade uma das marcas de nossas vidas e tivemos que encontrar uma maneira de lidar com isso.

Quer tenhamos crescido em abundância ou escassez, fomos expostos e criados por pessoas muito humanas. Eles tinham pouco controle sobre os eventos e as pessoas que moldaram suas vidas. Também fomos expostos a forças fora das nossas casas na escola e na vizinhança. A grande maioria das nossas figuras parentais fez o melhor que pode, como pais ou mentores, com o que tinham.

(Texto do analista transacional John R. Mcneel. Tradução de Maku de Almeida. Imagem: freepik)

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