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Não vamos privar as pessoas do nosso amor

“Uma carícia deve ser um poema de amor.
Às vezes breve e tímida ou clara e expressa com liberdade.
Uma palavra ou um longo parágrafo, mas sempre do fundo do coração, sempre auspiciosa e sincera. Mesmo se for um carinho em ação, sem palavras ou contato físico, a carícia funciona porque é um ato de generosidade e amor que estendemos para a outra pessoa. Se quisermos abrir nosso coração, teremos de examinar nossa vida e nos perguntar quantas vezes ao dia cumprimos essa função básica da natureza humana: expressar amor de maneira quase imperceptível, apaixonadamente ou num nível intermediário, na família, no trabalho e na rua. E se descobrirmos, como é tão comum, que estamos privando outras pessoas do nosso amor, teremos de fazer algo sobre isso e seguir em frente contra todas as dificuldades”.

(Texto dos analistas transacionais Steiner, C. e Perry, P. no livro Educação Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1997. Imagem: Freepic.)

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