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O impacto do relacionamento para o Estado do Ego Adulto

“Postulamos que o que chamaríamos de capacidades do Adulto que emergem em parte da interação afetiva e, como tal, são construídas relacionalmente. Uma vez que estamos continuamente nos formando e reformando, nos perguntamos se o processamento do Adulto pode ser mais proveitosamente constituído como uma integração da experiência consciente, inconsciente, verbal e não verbal e nos relacionamentos no aqui e agora. Em nossa opinião, isto oferece um sentido psicológico e emocional mais completo do Estado do Ego Adulto.

(…)

Em certo sentido, o Adulto é criado a partir de uma combinação de processamento de baixo para cima e de cima para baixo. Essa forma de pensar sobre o desenvolvimento do Adulto é destacada pelo uso das transferências introjetivas e transformacionais (Hargaden & Sills, 2002), que conduzem a dois tipos de relações transferenciais a partir das qualidades que acabamos de descrever. A partir disso, podemos começar a questionar a noção de simbiose dentro de um quadro intersubjetivo que inclui a noção de uma mente compartilhada. A partir daí, nos perguntamos: ‘O comportamento normal aqui e agora adequado é mais uma mistura complexa de interconexão dentro do processamento consciente e inconsciente?’ Pensamos assim e, portanto, sugerimos que conceitos como dependência e patologia requerem uma definição mais cuidadosa”.

(Texto dos analistas transacionais Helena Hargaden e Brian Fenton no artigo An Analysis of Nonverbal Transactions Drawing on Theories of Intersubjectivity – TAJ Vol.35. No.2. April 2005. Tradução de Maku Almeida. Imagem: freepik)

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