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O papel do educador na formação em Análise Transacional

“A educação radical é uma ferramenta potente para a mudança social e política. Ele desenvolve ainda mais o modelo progressivo por meio de uma visão de mudança real na maneira como as pessoas se relacionam na aprendizagem e na sociedade como um todo. O “problema” a ser abordado é sempre visto como um gatilho para uma ação transformacional, e não como uma questão de aprendizagem ou adaptação social. Como no modelo progressivo, há muitos vínculos com a Análise Transacional, incluindo de um movimento de mudança da simbiose para a autonomia, a crença na aspiração e na Physis e a possibilidade de cura do Script (transformação). Na formação de AT, portanto, o professor passa a ser um “animador”, alguém que possui informações e recursos que disponibiliza ao grupo que aprende e que atua no grupo por meio de um processo de aprendizagem mútua em que todos são autônomos. Também existem ligações com o pensamento recente sobre AT e abordagens construtivistas (Summers & Tudor, 2000)”.

(Texto da analista transacional Trudi Newton no artigo Identifying Educational Philosophy and Practice through Imagoes in Transactional Analysis Training Groups TAJ, Vol. 33, No.4. October 2003. Tradução de Maku de Almeida)

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